So long…

Faz pouco mais de um ano que escrevi um post extremamente feliz.

Hoje a situação é um pouco diferente, busquei inspiração pra escrever o que hoje estou sentindo.

Gostei dessa:

There’s one sad truth in life I’ve found
While journeying east and west -
The only folks we really wound
Are those we love the best.
We flatter those we scarcely know,
We please the fleeting guest,
And deal full many a thoughtless blow
To those who love us best.
~Ella Wheeler Wilcox

e dessa:

Sticks and stones are hard on bones
Aimed with angry art,
Words can sting like anything
But silence breaks the heart.
~Phyllis McGinley, “Ballade of Lost Objects,” 1954

Durante os últimos 18 meses aprendi o peso e a leveza, a doçura e a acidez que palavras podem representar e, seu poder de machucar e curar.

Tem uma coisa sobre as palavras que ainda não aprendi.
Quando estou em situações confortáveis, com pessoas que me fazem sentir segura,  tenho a sensação  de que as palavras não precisam ser medidas ou “pesadas”, elas  simplesmente saem pela minha boca da maneira mais crua possível, rígidas e pontiagudas e, quase como uma esperança inconsciente de que uma mão mágica irá moldá-las, separar o que é digno de ser falado e mandar para longe o desnecessário, porém isso NÃO acontece!

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